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Destaque

Nova terapia promissora reverte danos cerebrais em modelo animal de Alzheimer

Uma descoberta científica recente, publicada na renomada revista Nature Medicine, aponta para um avanço significativo na busca por tratamentos eficazes contra a doença de Alzheimer. Pesquisadores da Universidade de Cambridge, no Reino Unido, desenvolveram uma nova abordagem terapêutica que demonstrou a capacidade de reverter danos cerebrais em modelos animais da doença, oferecendo um vislumbre de esperança para milhões de pessoas afetadas globalmente. A pesquisa focou em um mecanismo celular específico que se acredita ser um dos principais motores da neurodegeneração observada no Alzheimer. A equipe conseguiu modular a atividade de proteínas envolvidas em processos inflamatórios crônicos no cérebro, um fator cada vez mais reconhecido como crucial no desenvolvimento e progressão da doença. Os resultados preliminares são animadores e abrem novas avenidas para a investigação clínica. A terapia experimental, ainda em estágios iniciais de desenvolvimento, utilizou uma combinação de comp...

Número de alunos do 9º ano que praticam sexo cresce; uso de camisinha cai

Pesquisa do IBGE avaliou o percentual de estudantes adolescentes sexualmente ativos entre os anos de 2009 e 2019

Número de alunos do 9º ano que praticam sexo cresce; uso de camisinha cai

O IBGE (Instituto Brasileiro de Geogradia e Estatística) divulgou nesta quarta-feira (13) dados atualizados da Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar (PeNSE) contendo indicadores dos alunos do 9º ano do ensino fundamental. O estudo revelou que o percentual de escolares que já tiveram relações sexuais passou de 27,9% em 2009 para 28,5% em 2019. No entanto, para as meninas, a proporção aumentou de 16,9% para 22,6%.

O estudo, que traz informações sobre alimentação, atividade física, cigarro, álcool, saúde mental, saúde sexual e reprodutiva, entre outros. O levantamento foi realizado com apoio do Ministério da Educação.

O indicador de iniciação sexual vem apresentando estabilidade ao longo dos anos, mas com comportamentos diferenciado por sexo e rede de ensino. Para os meninos, a tendência é de queda, chegando a um decréscimo de 5,8% ao ano na chance de iniciação, acumulando no período uma variação de 45,2% para os meninos da rede pública. Já a chance de as meninas iniciarem a vida sexual aumentou em torno de 4,0% a cada ano, com uma variação de cerca 41,0% no período 2009-2019 para as meninas de ambas as redes.

O percentual de escolares do 9º ano das capitais que já tinham tido relações sexuais passou de 27,9% em 2009 para 28,5% em 2019. “Ao longo de toda a série, os meninos têm uma maior taxa de iniciação sexual; contudo, a taxa de iniciação sexual das meninas entre 2009 e 2019 aumentou de 16,9% para 22,6%, enquanto a dos meninos caiu de 40,2% para 34,6%”, destaca Andreazzi, gerente da pesquisa.

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O uso de preservativo na última relação, entre os escolares que já tiveram relação sexual, mostrou uma tendência de queda, cuja chance de uso teve um decréscimo de 7,0% ao ano entre 2009 e 2019 e de 51,3% no acumulado em 10 anos.

Nas capitais, o percentual de escolares que usaram camisinha na última relação sexual caiu de 72,5% para 59% de 2009 a 2019. Entre as meninas, foi de 69,1% para 53,5% e, entre os meninos, de 74,1% para 62,8%.

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